
Inclinação teórica
Lacaniana

Atendimento
online e presencial


Mediador no Psicanálise e Cinema
Comunicólogo
Pós-graduado em Psicologia e em Clínica Psicanalítica

Grupos de Estudos Psicanalíticos
LGBT+

Supervisão de casos clínicos

Professor de
Psicanálise
Pós-graduado em transtornos parafílicos
Pós-graduado em Neuropsicanálise
Áreas de atuação na psicanálise
O MEU LUGAR NA JORNADA
1
ATENDIMENTO CLÍNICO
ON-LINE E PRESENCIAL
O atendimento psicanalítico é um espaço de escuta onde a fala do sujeito é acolhida sem julgamentos ou respostas prontas. Trata-se de um trabalho com a palavra, respeitando o tempo e a singularidade de cada um.
2
SUPERVISÃO DE CASOS E
ANÁLISE PARA ANALISTAS
A supervisão de casos é um espaço de trabalho clínico onde o analista pode sustentar perguntas sobre sua prática. Não se trata de orientação técnica ou correção de condutas, mas de uma escuta que permite recolocar o caso, o manejo e a posição do analista.
3
PROFESSOR
DE PSICANÁLISE
Como professor na formação do analista, meu trabalho se orienta pela transmissão da psicanálise a partir da clínica. Mais do que conteúdos teóricos, sustento um espaço de leitura, discussão e elaboração, onde a ética da psicanálise e a experiência clínica permanecem em primeiro plano.

SOBRE MIM
A psicanálise pra mim,
é um atravessamento.
Psicanalista em formação permanente e comunicólogo. Sustento minha prática clínica a partir de uma escuta ética e sem limitações, oferecendo um espaço de liberdade para que desejos, angústias e vivências possam ser ditos e elaborados.
Atuo com especial interesse nas relações interpessoais, nas questões de gênero e nas vivências LGBTQIA+. Atendo em Florianópolis e também na modalidade online, acompanhando brasileiros no exterior.
Sou professor comprometido com a formação do analista, orientando meu trabalho pelo eixo freudiano, em análise pessoal, supervisão clínica e formação permanente.
LGBTQIA+

Meu compromisso com o sujeito LGBT+
O atendimento para mim, não se apoia em identidades fixas ou discursos prontos, mas na escuta daquilo que, em cada sujeito, não se deixa reduzir a rótulos. Trata-se de sustentar um espaço onde o desejo possa se dizer, onde o sofrimento não seja normalizado nem corrigido, mas escutado em sua singularidade.
O desejo do analista não é o de orientar vidas nem oferecer respostas, mas o de sustentar a falta que permite ao sujeito falar. Um desejo que não se confunde com empatia excessiva ou adaptação social, mas que se afirma como posição ética. É nesse ponto que a análise acontece: quando o analista se retira do lugar de saber e permite que algo novo se produza pela palavra.




